Seminários 2018

Os seminários propõem uma viagem pelo universo da criação e produção do cinema de não-ficção contemporâneo.

PROGRAMA DOS SEMINÁRIOS

5 de NOVEMbro|10:00-13:30| MASTER CLASS com Andrés Di TellA

A forma que pensa

Como pensa o cinema documental? Com exemplos tirados de seu próprio trabalho e de outros cineastas, Andrés Di Tella expõe a seguinte reflexão: o cinema documental não pensa tanto no que diz – as palavras – mas através da própria forma cinematográfica: as metáforas visuais, as associações de montagem, a composição de imagens e sons que constituem a linguagem do cinema.

Andrés Di Tella

Andrés Di Tella (Argentina) dirigiu “Montoneros, una historia” (1995), “Macedonio Fernández” (1995), “Prohibido” (1997), “La televisión y yo” (2002), “Fotografías” (2007), “El país del diablo” (2008), “Hachazos” (2011), “¡Volveremos a las montañas!” (2012), “Máquina de sueños” (2013), “El ojo en el cielo” (2013) e “327 cuadernos” (2015). Também realizou instalações, performances, vídeo-arte e programas de TV na Argentina, EUA e UK. Foi o fundador e o primeiro diretor do BAFICI e dirigiu o Princeton Documentary Festival entre 2002 e 2013.

 

5 de NOVEMbro|14:30-18:00| MASTER CLASS com MARÍLIA ROCHA

O filme invisível

Como as ideias surgem e se concretizam em filmes? No percurso de um documentário, frequentemente perseguimos algo que não é visível ou que não pode ser visto. No entanto, é preciso trabalhar essa matéria para arriscar um novo filme.

Nesta sessão, Marília Rocha abrirá o processo de criação do seu último projeto, pensando em como escrever e reescrever uma ideia com palavras e imagens para possibilitar a descoberta e construção de um filme.

Marília Rocha

Marília Rocha dirigiu A cidade onde envelheço (2017), melhor filme e melhor direção Festival de Brasília, A falta que me faz (2010), melhor filme Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, Acácio (2008), Aboio (2005), melhor filme Festival É Tudo Verdade. Além da estreia em salas e participação em festivais, os filmes foram exibidos em museus como MoMA, New Museum e Mildred Lane Kemper Art Museum (USA), Musée d’ethnographie Neuchâtel (Suíça). O conjunto dos seus trabalhos tiveram mostras especiais no festival Visions du Réel na Suíça, Semana dos Realizadores RJ, Dockanema em Moçambique e Festival de Cine Internacional de Ourense, na Galícia.

6 de novembro|10:00-13:30|  Master class de montagem com karen akerman

Karen Akerman

Como montadora, colaborou em mais de 50 filmes. Recentemente, montou O Processo, de Maria Augusta Ramos. Seu trabalho como diretora teve alargado reconhecimento, com mais de 30 prêmios. Atuou como professora de Montagem (Curso de Documentário / Academia Internacional de Cinema). Ministrou workshops e laboratórios de montagem em processo [PlataformaLab; BrLab;etc]. Realiza consultorias de montagem para filmes nacionais e internacionais.

6 de novembro|14:30-18:00|  conferências de indústria

7 de novembro|10:00-13:30|  diálogo documental: Cristiano burlan e cléber eduardo

Cristiano Burlan

Cristiano Burlan nasceu em Porto Alegre. É diretor de cinema e teatro. Sua filmografia contém mais de 20 filmes. Seu documentário Mataram meu irmão (2013) foi o vencedor do É Tudo Verdade 2013. Em 2018, estreou no Festival É Tudo Verdade, em competição, o documentário “Elegia de um crime” sobre o assassinato de sua mãe, o filme encerra a “Trilogia do Luto” composta também pelos filmes “Construção” e “Mataram meu irmão”.

Cléber Eduardo

É mestre em Cinema pela ECA-USP com pesquisa sobre o documentário brasileiro contemporâneo. Curador da Mostra de Cinema de Tiradentes desde 2007, é professor e pesquisador no Centro Universitário Senac, onde ministra disciplinas sobre história do documentário, realização de documentário e cinema brasileiro contemporâneo. Na mesma instituição, desenvolve pesquisa sobre DRAMATURGIA DOS ESPAÇOS. Foi crítico das revistas Contracampo e Cinética.

7 de novembro|14:30-16:00| THE NEW YORK TIMES OP-DOCS

Por dentro do The New York Times Op- Docs
Exibição de uma seleção de curtas documentais da plataforma do The New York Times Op-Docs, apresentada e comentada pelo editor supervisor de conteúdo, Andrew Blackwell.
Uma oportunidade para conhecer a forma de trabalho e a linha editorial do NYT Op-Docs.

Andrew Blackwell

Editor supervisor  do The New York Times Op-Docs. Anteriormente foi editor de documentários e autor de não-ficção.

The New York Times Op-Docs

The New York Times Op-Docs é uma plataforma online mundial de curta-metragem documental com mais de 250 conteúdos publicados: curtas, interativos e de realidade virtual de realizadores independentes. Cada filme é produzido com ampla liberdade criativa por cineastas emergentes e renomados, tendo a estreia na plataforma do Times. O objetivo de cada Op-Doc é usar uma abordagem visual criativa para mostrar uma história única e verdadeira, para começar uma conversa com a audiência global.

7 de novembro|16:30-18:00 | a confirmar

8 de novembro|10:00-13:30|  14:30-18:00|Master class LECH KOWALSKI

 

LOCAL

Teatro Unibes Cultural | Rua Oscar Freire 2500, SP.

inscrições

Clique aqui para adquirir o seu ingresso!

Atenção:

Valores dos ingressos para inscrições globais SEMINÁRIOS DOCSP 2018:

Lote 1: R$140,00 (*). Vendas encerradas (30/9).

Lote 2: R$280,00. Inscrição global inteira. Vendas a partir de 1 de outubro, sujeito ao esgotamento de vagas do lote.

Lote 2: R$140,00. Inscrição global meia. Vendas a partir de 1 de outubro, sujeito ao esgotamento de vagas do lote.

(*) Os valores mencionados já contemplam o desconto de 50% sob o valor total do ingresso, aplicável aos casos de meia entrada.

Valores dos ingressos individuais por sessão de Seminário (manhã 10hs-13h30 ou tarde 14h30-18hs). Vendas a partir de 1 de outubro,  sujeito ao esgotamento de vagas conforme categoria de ingresso.

R$80,00 – inteira (uma sessão a eleição)

R$40,00 – meia (uma sessão a eleição)

Todas as vendas serão realizadas online através do site do Sympla.