Seminários Presenciais

Espaço de reflexão e inspiração com masterclasses e estudos de caso.

Sobre

Uma viagem pelo universo da criação e produção do cinema de não-ficção contemporâneo.

Renomados cineastas compartilham suas visões e processos de criação no cinema documental.

Atividades

Unibes Cultural (Teatro)
A Jornada começará com a cerimônia de abertura do DOCSP 11ª Edição e na sequência daremos início ao Seminário com Johan Grimonprez. Após a atividade, às 19h, ocorrerá a exibição gratuita de um longa, ainda a ser definido, do cineasta. A obra de Johan Grimonprez dança nas fronteiras entre teoria e prática, arte e cinema, baseada numa arqueologia da mídia contemporânea, seus filmes retratam histórias íntimas que se chocam com o panorama geral da globalização. Questiona nosso imaginário coletivo e o sublime contemporâneo, emoldurado por uma indústria do medo que contagiou o diálogo político e social. Nos seminários DOCSP 2025 participará com a seguinte masterclass:

TALVEZ O CÉU SEJA REALMENTE VERDE, E NÓS APENAS SEJAMOS DALTÔNICOS

Um curso intensivo sobre como resgatar a narrativa e o pertencimento, de uma infodistopia a um salão multiespécies. Texto por Johan Grimonprez

A quem pertence a nossa imaginação num mundo de vertigem existencial onde a verdade se tornou um refugiado náufrago? 

 

 

Não é o contador de histórias que consegue conter contradições, que consegue transitar entre as línguas que nos foram dadas e que consegue tornar-se um viajante do tempo da imaginação? 

 

 

O escritor uruguaio Eduardo Galeano certa vez cunhou a ideia de que não somos feitos de átomos, como dizem os cientistas, mas sim de histórias. As histórias são o que nos mantém unidos — ou nos separam, moldando a nossa própria ideia de pertencimento. Ironicamente, o escritor Maurice Blanchot chamou a linguagem de um ato de assassinato, porque nomear as coisas seria o mesmo que matá-las. Mas o romancista Alfred Döblin afirma exatamente o oposto: a linguagem, diz ele, é uma forma de amar os outros, a linguagem nos permite saber por que estamos juntos. Mas talvez, uma descrição mais pertinente seja a ideia da cineasta vietnamita Trin-Min Ha de que a linguagem é um “barco furado”. Um bote salva-vidas em que estamos todos presos juntos. É o ponto de encontro que desaparece, mas também a mesma biosfera terrível que todos compartilhamos.

 

 

Muitas vezes, penso que vivemos em uma sociedade privada de algo essencial, sem nem termos consciência do que de fato perdemos, uma vez que nos faltam histórias e conceitos. Não é diferente da cena final do filme Alphaville, de J.-L. Godard, que retrata uma sociedade na qual qualquer palavra relacionada à ideia de amor é proibida sob pena de pena de morte. E a atriz Anna Karina, apaixonada pelo protagonista, busca expressar seus sentimentos, mas não encontra as palavras, pois a ideia de amor lhe é estranha, ela nunca aprendeu seu conceito.

 

 

Dialogando sobre aplicações contraculturais, incluindo nossa própria narrativa em nossa própria prática artística e/ou cinematográfica, no que a escritora Rebecca Solnit afirma ser o “dever do deleite”, encontrar novas maneiras alegres de contar, descobrindo como nos encaixamos enquanto coreografamos novas histórias que compartilhamos. Não como vítimas do futuro paralisado pelo niilismo distópico, mas para colher novas metáforas e histórias não contadas geradas por perguntas melhores que podem inventar novas linguagens, “ferramentas para as incríveis e maravilhosas possibilidades para as terríveis realidades que enfrentamos”.

Presencial

JOHAN GRIMONPREZ

Johan Grimonprez é um artista multimídia, cineasta e curador belga. Conhecido por seus filmes Dial H-I-S-T-O-R-Y (1997), Double Take (2009) e Shadow World: Inside the Global Arms Trade (2016), baseado no livro de Andrew Feinstein. Grimonprez escreveu e dirigiu o documentário Trilha sonora para um golpe de estado (2023) nomeado aos Oscar® 2025 e premiado no Festival de Sundance com o Cinematic Innovation Award.

Unibes Cultural (Teatro)
Sessão aberta para acompanhar em tempo real os pitchings das campanhas de impacto de 3 projetos ganhadores do programa Histórias que Ficam da Fundação CSN. Realização Histórias que Ficam | Fundação CSN

Pitching Campanha de Impacto

Dando prosseguimento à 4ª edição do Histórias que Ficam, a Fundação CSN dá início à mais uma etapa do programa, o Pitching Campanha de Impacto, que acontecerá durante o DOCSP, na Unibes Cultural, em São Paulo, dia 7 de agosto das 16h30 às 19h. Três documentários contemplados na 4ª edição do Histórias que Ficam apresentam suas campanhas de distribuição de impacto para um painel de convidados e para o público do setor audiovisual. Após o pitching será anunciado o vencedor do prêmio Campanha de Impacto que investirá R$100.000 na divulgação do projeto selecionado.

 

“Aqui não entra luz” direção Karol Maia – produção Paula Kimo

“Boy” direção Michel Carvalho – produção Fernando Sapelli

“Encontrando Norma” direção Lívia Perez – produção Giovanni Francischelli

 

 André Leonardi, Gerente Geral da Fundação CSN destaca: “na Fundação, acreditamos na capacidade de transformação social do cinema. Os projetos selecionados têm um potencial contribuição com a educação e a cultura, assim como de provocar a reflexão no público que os assistirão. E investir em documentários como esses, que trazem temas de impacto e de relevância para a sociedade, é o que nos motiva a continuar buscando e incentivando obras de grande qualidade artística e cultural”.

 

O programa Histórias que Ficam conta com patrocínio da CSN, parceria do DOCSP, Unibes Cultural e realização da Fundação CSN e Ministério da Cultura via lei de incentivo à cultura.

 

Sobre o programa Histórias que Ficam

A Fundação CSN – braço social da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) – lançou o programa em 2011 como parte do seu propósito de transformar vidas e comunidades por meio do desenvolvimento social, educacional e cultural. Acreditando no potencial transformador do cinema, a CSN já patrocinou 54 filmes nacionais, sua maioria, de caráter documental, dentre eles, doze pelo Programa Histórias que Ficam. O Programa nasceu com o objetivo de contemplar toda a cadeia produtiva do audiovisual – do desenvolvimento do projeto até a sua exibição. Os projetos selecionados em suas edições receberam o apoio criativo para a produção de suas obras, cujos projetos de novos documentaristas foram escolhidos por seu caráter de relevância à sociedade brasileira.

Unibes Cultural (Teatro)
Pela manhã, das 10h às 13h30, exibiremos para os participantes do Seminário "O Principe de Nanawa", um filme de 3h30 realizado durante 10 anos, lançado em Visions du Réel 2025 onde ganhou o Grand Prix. Pela tarde, acontecerá o estudo de caso realizado pela diretora argentina Clarisa Navas.

'O PRÍNCIPE DE NANAWA'

Estudo de caso por Clarisa Navas

Para mim, fazer um filme sempre começa com um desvio, uma deriva inesperada que te faz perder o controle.

 

 

Dez anos atrás, enquanto filmava uns curtas-documentais para a televisão, conheci Ángel em um mercado em Nanawa (na fronteira entre Paraguai e Argentina). Ele tinha apenas 9 anos, mas insistiu em ser entrevistado.

 

 

Quando ele começou a falar, eu não conseguia acreditar em tudo o que aquele garotinho estava pensando, questionando e sentindo. Quando nos despedimos, ele me fez prometer que não o esqueceria.

 

 

A partir daquele encontro, filmamos “O Príncipe de Nanawa” por 10 anos.

 

 

Conhecer leva tempo.

 

 

E para que as imagens que todxs tentamos segurar desapareçam e outras novas possam emergir é preciso tempo, e é preciso “estar lá”.

 

 

Que possibilidades existem para um cinema de “estar lá” quando os processos e a lógica industrial da produção tentam tornar o tempo “eficiente” e “produtivo”? Como podemos nos desvencilhar desse “fazer o tempo produtivo”?

 

 

Um cinema de estar lá é o completo oposto. Às vezes, nem filma; o tempo não produz nada. O tempo é outra coisa, um fluxo que continuamente se modifica, contradiz, encontra, produz variações e repetições. Enquanto isso, estamos lá, criando imagens enquanto esperamos.

 

 

Muitas vezes me perguntei: “O que esperamos que aconteça?” quando as coisas ao nosso redor parecem seguir apenas o caminho do inevitável. No entanto, a vida às vezes nos surpreende. Abrir-se para isso talvez seja um dos maiores trunfos do cinema nesta época de desimaginação generalizada.

 

 

Mais do que uma encenação, cada momento deste filme envolveu colocar o corpo em uma experiência, permitindo que a luz do momento respingasse e o enquadramento se adaptasse para que a vida pudesse seguir seu curso sem tanta autoconsciência.

 

 

Este será um estudo de caso de um processo que transformou nossas vidas e que foi realizado contra muitos dos impossíveis do presente.

 

 

Às vezes, também penso que é uma espécie de manifesto em um tempo de estéticas cuidadas e controle extremo sobre tudo o que acontece — ou melhor, sobre o que não acontece — nos filmes. Algo como se deixar levar sem uma premissa, uma forma política sem programa, que sustenta a ideia de que talvez, hoje, um gesto radical seja simplesmente estarmos juntos, nos acompanharmos.

Presencial

CLARISA NAVAS

Clarisa Navas (Argentina) é diretora e roteirista. Dirigiu “El principe de Nanawa”, vencedor do Grand Prix, Visions du Réel 2025. Seu segundo longa-metragem, “Las Mil y una”, abriu o Panorama Berlinale 2020; “Hoy Partido a las 3”, estreou na Competição Internacional BAFICI 2017, ambos filmes ganharam prêmios em numerosos festivais internacionais. É professora na ENERC. Dirigiu a seção ABC BAFICI. Atualmente, colabora como mentora em vários laboratórios de roteiros e projetos. 

Faz parte do coletivo de criação Yagua Piru Cine, no nordeste argentino.

Unibes Cultural (Teatro)

SEMINÁRIO DE INTERNACIONALIZAÇÃO

Caminhos para a internacionalização de filmes, projetos e carreiras de profissionais do documentário

Através de apresentações e diálogos, fundos, mercados e festivais internacionais se posicionam em relação às estratégias e possibilidades para a internacionalização de projetos, filmes e talentos no mercado internacional para documentários.

Participam:

Adriana Schwarz — Diretora Executiva, Latam Content Meeting (Brasil)
Affonso Uchôa — Cineasta (Brasil)
Aida Bueno Sarduy — Cineasta (Cuba–Brasil)
Alice Riff — Cineasta (Brasil)
Antonio Gonçalves Jr — Diretor Artístico, Olhar de Cinema (Brasil)
Ary Scapin — Diretor de Desenvolvimento Econômico e Parcerias Estratégicas, Spcine (Brasil)
David Hernández Palmar — Consultor Mullu TV (Venezuela)
Diego Pino — Diretor, ChileDoc – Conecta (Chile)
Emiliano Zapata — Diretoria de Inovação e Políticas do Audiovisual, Spcine (Brasil)
Fernando Dias — Presidente, Latam Content Meeting (Brasil)
Francisca Lucero — Cinélatino, Rencontres de Toulouse / FIDMarseille (Chile–França)
Itzel Martínez — Diretora Executiva, Ambulante (México)
Juan Russi — Montevideo Audiovisual (Uruguai)
Katalina Tobón — Diretora de Promoção Internacional Proimágenes / Chefe de Conteúdo e Indústria BAM (Colômbia)
Leonardo Mecchi — Produtor (Brasil)
Maria Clement — Sundance Institute Documentary Film Program (Estados Unidos)
Marina Thomé — Doclisboa International Film Festival (Portugal)
Rafael Sampaio — Produtor (Brasil)
Tali Yankelevich — Cineasta (Brasil)
Virginia Bogliolo — Coordenadora, Ventana Sur Doc (Argentina–Uruguai)

Presencial

ALICE RIFF

Cineasta

Alice Riff é diretora, roteirista e produtora dos longa-metragens documentais O Policial e a Pastora (2023, 71′, Olhar de Cinema de Curitiba), Eleições (2018, 100′, Dok Leipzig), Meu corpo é político (2017,70′, Visions du Réel) e Platamama (2018, 82′, Mostra de Tiradentes). Meu corpo é político ganhou prêmio de melhor filme brasileiro no Olhar de Cinema de Curitiba e Melhor filme no Lovers – LGBT Torino Film Festival. Foi selecionada nos programas Berlinale Talents (2024) e Fabrique Cinema do Festival de Cannes (2020).

Presencial

ARY SCAPIN

Diretor de Desenvolvimento Econômico e Parcerias Estratégicas da Spcine

Ary Scapin é mestre em design e especialista em gestão de programas e projetos, já atuou como consultor especialista do SEBRAE, foi gerente de Programas e Projetos na Ade Sampa, liderando iniciativas como VAI TEC, Amplifica Cine, Sampa Games e Green Sampa, focadas em inovação , tecnologia, criatividade e sustentabilidade.
Com formação em Artes Cênicas, Ary Scapin traz uma abordagem inovadora e multidisciplinar para a Spcine, fortalecendo as parcerias e a inovação no ecossistema audiovisual e criativo de São Paulo.

Presencial

DAVID HERNANDEZ

Consultor Mullu TV

Cineasta, curador e comunicador indígena Wayuu (Colômbia/Venezuela). Atua como codiretor do documentário “Em Busca das Marcas dos Asho’ojushi” e consultor estratégico da MulluTV, uma plataforma de mídia descentralizada focada em justiça climática e narrativa territorial.

Presencial

DIEGO PINO

Director ChileDoc - Conecta

Produtor e cineasta chileno, diretor do Chiledoc e do evento documental Conecta; fundador da CangrejoFilms e do coletivo MAFI. Seus filmes foram selecionados na Berlinale, Karlovy Vary, Visions du Réel, CPH:DOX, Dok Leipzig, BAFICI, entre outros.

Presencial

EMILIANO ZAPATA

Diretoria de Inovação e Políticas do Audiovisual da Spcine

Emiliano Zapata articula políticas públicas que unem tecnologia, inclusão e cultura. Idealizador de sessões de cinema para crianças autistas, idosos e mães com bebês, ele também lidera o fortalecimento do Spcine Play, a primeira plataforma de streaming pública e gratuita do Brasil. Tem como missão democratizar acesso ao audiovisual e reposicionar São Paulo como capital criativa global.

Presencial

FRANCISCA LUCERO

Cinélatino, Rencontres de Toulouse / FIDMarseille

Nascida no Chile e radicada na França, Francisca Lucero é programadora de documentários no festival Cinélatino, Rencontres de Toulouse. Desde 2012 atua também no FIDMarseille, onde hoje coordena o FIDLab, plataforma internacional de coprodução. Em 2025, passou a integrar a equipe de programação da plataforma online de documentários Tënk.

Presencial

ITZEL MARTINEZ

Diretora Executiva - Ambulante

Cineasta, pesquisadora e curadora especializada em cinema documental. Mestre em História da Arte com ênfase em estudos cinematográficos pela UNAM, ela atua como Diretora Executiva da Ambulante, onde integra a equipe de programação desde 2016.
Seu trabalho explora documentários, metodologias colaborativas, curadoria pedagógica e arte socialmente engajada. Ela foi fundadora e diretora do Fórum de Documentários BorDocs na fronteira com o México (2003-2013) e atuou como jurada e avaliadora em diversos festivais internacionais de cinema.

Presencial

KATALINA TOBÓN

Diretora de Promoção internacional Proimágenes

Gestora cultural e de talentos com mais de uma década de experiência internacional na Espanha e na Colômbia. Diretora Adjunta de Promoção Internacional da Proimágenes Colômbia, onde promove talentos e conteúdos colombianos em importantes plataformas internacionais. É Chefe de Conteúdo no Mercado Audiovisual de Bogotá (BAM), e lidera a Programação da Indústria.

Presencial

LEONARDO MECCHI

Produtor

Sócio-fundador da Enquadramento Produções. É produtor de longas como O Estranho, de Flora Dias e Juruna Mallon (Festival de Berlim – Forum); Rejeito, de Pedro de Filippis (Cinéma du Réel); A Transformação de Canuto, de Ariel Ortega e Ernesto de Carvalho (IDFA); A Morte Habita à Noite, de Eduardo Morotó (Festival de Rotterdam); A Febre, de Maya Da-Rin (Festival de Locarno); Los Silencios, de Beatriz Seigner (Festival de Cannes – Quinzena dos Realizadores); e Mormaço, de Marina Meliande (Festival de Rotterdam).

 

Presencial

MARIA CLEMENT

Sundance Institute Documentary Film Program

Maria Clement atua como Gerente Sênior de Documentário e Programa de Produtores no Sundance Institute, onde coordena iniciativas como o Documentary Film Producers Lab, Fellowship, Intensive e o Producers Summit. Também oferece mentoria criativa a artistas apoiados pelo instituto e atua como consultora do Sundance Documentary Fund. De origem cubana, iniciou sua trajetória na Interloper Films e Black Valley Films. É formada em Antropologia Cultural pela Universidade da Califórnia, Irvine.

Presencial

TALI JANKELEVICH

Cineasta

Diretora e montadora de documentários. Seu curta-metragem The Perfect Fit venceu o prêmio de Melhor Curta-Metragem no SXSW (2012) e foi pré-selecionado para uma indicação ao Oscar® em 2013. Seus trabalhos foram exibidos em renomados festivais internacionais, como Tribeca, Visions du Réel e Sheffield Doc/Fest, entre outros. Seu primeiro longa como diretora, Meu Querido Supermercado, estreou no IDFA e percorreu diversos festivais internacionais ao longo de 2020. Em 2021, foi lançado virtualmente em 19 salas de cinema independente nos Estados Unidos. Atualmente, Tali desenvolve seu segundo longa documental, Girl-Tubers, contemplado com o fundo de desenvolvimento de Sundance.

Presencial

VIRGINIA BOGLIOLO

Coordenadora Ventana Doc - Ventana Sur

Atualmente, é coordenadora da VENTANA DOC, a divisão de documentários e não ficção da VENTANA SUR. Atua em diversas áreas da produção cinematográfica desde 2003 e é sócia e produtora da Tarkiofilm desde 2009. Desenvolve e produz filmes de coprodução minoritária, colaborando com cineastas e projetos do Chile, Costa Rica, Espanha e Argentina.

Local

Unibes Cultural (Rua Oscar Freire 2500, São Paulo – SP)

Inscrições

Reserve seus ingressos para as atividades gratuitas e pagas do DOCSP 11ª Edição através da plataforma Sympla. Sala sujeita a lotação.